O que é, afinal, disrupção?

Se você ouve falar de disrupção e pensa que essa é só mais um jargão do corporativês moderno, chegou no lugar certo. Aqui a gente explica de maneira clara a aplicabilidade de um jargão. Então hoje vamos falar de disrupção. O que é, enfim, disrupção? Um dos mais importantes economistas do século passado, Joseph Schumpeter, […]

Escrito por Laís Alves | 07.08.2020

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Se você ouve falar de disrupção e pensa que essa é só mais um jargão do corporativês moderno, chegou no lugar certo. Aqui a gente explica de maneira clara a aplicabilidade de um jargão. Então hoje vamos falar de disrupção.

O que é, enfim, disrupção?

Um dos mais importantes economistas do século passado, Joseph Schumpeter, desenvolveu uma teoria sobre a evolução do mercado capitalista se daria através da tecnologia. Essa ideia vem da era do fordismo que foi responsável pela segunda revolução industrial, mas a gente conhece mesmo como efeito Netflix (ou efeito Uber, embora existam diferenças importantes entre o resultado de ambas as empresas no mercado e no trabalho).
E foi com o avanço de tecnologias e da economia compartilhada que disrupção virou uma buzzword. A Netflix, por exemplo, começou com um sistema de delivery de dvds – o que era uma disrupção no modelo tradicional de locadoras como a antiga Blockbuster – e avançou para ser uma plataforma de streaming com assinatura mensal que rompeu com o padrão dos modelos de negócios de tevês por assinatura.
E isso, grosso modo, é o que Joseph Schumpeter definiu como disrupção: quando uma nova tecnologia rompe um mercado estabelecido e cria um novo modelo de consumo mais moderno e relevante.

E por que a disrupção virou pauta nos negócios atualmente?

Não dá muito para falar de inovação sem falar de disrupção ou modelos disruptivos hoje. Assim como a Netflix mudou o jogo na indústria do entretenimento como um todo, o Uber mudou a mobilidade urbana e o uso de táxis, o Spotify mudou o consumo de rádio e o Airbnb mudou a experiência de hospedagem (e até moradia), as startups surgem com propósitos de ampliar cada vez mais as economias compartilhadas e quebrar os padrões do mercado corporativo tradicional.
O mercado hoje não é mais feito de indústrias, mas de tecnologias voltadas para necessidades humanas. Afinal, todas as indústrias estão tornando seus negócios mais autônomos e inteligentes com o uso de dados.
Então negócios disruptivos são aqueles que buscam antecipar qual vai ser a nova tecnologia capaz de torná-los obsoletos.
Então, para manter o seu negócio atual e relevante para o mercado, o importante é ter em suas equipes pessoas, cultura e estrutura que abram espaço para esse pensamento livre de “como podemos transformar o mercado em que já atuamos”. E esse é o tema do curso “cultura de startup”, um dos títulos da coleção SapiênCia + AAA.
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