Cultura Maker: como ela pode fazer a diferença no seu negócio?

A inovação e criatividade são cada vez mais requisitadas. Já falamos aqui, inclusive, sobre a importância da criatividade para tocar o negócio. A necessidade de inovar o tempo inteiro faz com que as empresas precisem redesenhar seus produtos em ciclos cada vez menores. Para incentivar o “colocar a mão na massa”, existe a Cultura Maker. […]

Escrito por Bruna Abrusio | 16.03.2021

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A inovação e criatividade são cada vez mais requisitadas. Já falamos aqui, inclusive, sobre a importância da criatividade para tocar o negócio. A necessidade de inovar o tempo inteiro faz com que as empresas precisem redesenhar seus produtos em ciclos cada vez menores. Para incentivar o “colocar a mão na massa”, existe a Cultura Maker.

Fernanda Tosta, parceira Sapiência, classifica que “A Cultura Maker gera grande impacto nas organizações. Ela desafia os antigos modelos teóricos de desenvolvimento que são baseados na educação tradicional”.

 

Mas afinal, o quem é o Maker?

Na prática, um Maker aquele que desenvolve soluções possíveis com aquilo que está ao seu alcance. É aquela pessoa que entende as dores do sistema e pesquisa o que pode ser melhorado, aparecendo com resoluções para esses problemas.

O Maker se propõe a desenvolver uma cultura de resolução a partir de ideias que podem ganhar esboços, formas, protótipos, chegando à condição de uma realização concreta e escalável.

 

Errando e aprendendo

Um Maker costuma errar mais do que acertar, mesmo que exista um plano concreto em sua mente. Porém, é imprescindível que toda falha se torne aperfeiçoamento, tendo assim alguém que sempre busca aprender e evoluir de diversas formas.

Para melhorar a compreensão do conceito Maker, existem quatro aspectos a serem considerados:

Criatividade

A habilidade deve ser incentivada. As buscas por soluções se materializam a partir de ideias, que o criativo define com base na originalidade e se concentrando na ideia de colocar a mão na massa.

Sustentabilidade

Um dos princípios da Cultura Maker é usar o que temos. Quando é necessário materiais complexos, podem limitar a condição criativa. Aquilo que era visto como algo para se jogar fora pode se tornar um recurso valioso para a criação.

Escalabilidade

Tudo criado deve ser replicado de forma simples, ganhando escala com baixo custo. As ideias criadas podem ser replicadas por diversos grupos. Para tornar a solução mais barata, ela deve ter condição de ser reproduzida em grande escala e aprimorado por outras pessoas.

Colaboração

Indivíduos da cultura Maker colaboram para fazer acontecer. O termo open source, que significa código aberto, resulta em um esforço coletivo e compartilhado. Em resumo, você cria uma ideia, trabalha em cima dela e depois outras pessoas podem aperfeiçoar. A colaboração é indispensável para que a cultura Maker seja aplicada.

 

Fazendo a diferença

A rotina faz com que estejamos sempre no mesmo processo diariamente, mesmo que fazendo coisas novas. Aplicar o conceito da Cultura Maker é “sair da caixinha”, elaborando novos modos de fazer e descobrindo coisas novas. Uma simples ideia pode não ter muito valor sozinha, mas no caminho de testes e descobertas, pode valer muito.

 

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